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terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Tu és o meu sustento




“Ora, Elias, o tesbita da Tisbe de Gileade, disse a Acabe: Juro pelo nome do Senhor, o Deus de Israel, a quem sirvo, que não cairá orvalho nem chuva nos anos seguintes, exceto mediante a minha palavra. Depois disso a palavra do Senhor veio a Elias: Saia daqui, vá para o leste e esconda-se perto do riacho de Querite, a leste do Jordão. Você beberá do riacho, e dei ordens aos corvos para o alimentarem lá. E ele fez o que o Senhor lhe tinha dito. Foi para o riacho de Querite, a leste do Jordão, e ficou por lá. Os corvos lhe traziam pão e carne de manhã e de tarde, e ele bebia água do riacho. Algum tempo depois, o riacho secou-se por falta de chuva. Então a palavra do Senhor veio a Elias: Vá imediatamente para a cidade de Sarepta de Sidom e fique por lá. Ordenei a uma viúva daquele lugar que lhe forneça comida.” 1 Reis 17:1-9

Quando citamos o nome de Elias da Bíblia, nós nos lembramos de seu compromisso sincero para com Deus. Essa passagem bíblica em 1 Reis 17, nos faz ter certeza de que Elias estava em uma situação de dependência de Deus, de confiança em Deus. Nesse momento Elias havia enfrentado, confrontado o rei Acabe, o rei de Israel. Segundo a Palavra de Deus, não haveria nem orvalho, nem chuva, se Deus não ordenasse do alto. Com essas palavras de afronta, Gileade não seria mais um lugar seguro para Elias e Deus o manda para o oriente, esconder-se junto ao ribeiro de Querite. Mas o que há de mais nisso? A questão principal nesse contexto é a forma como Deus iria sustentar Elias. Seria algo inusitado. Beber água do rio seria normal, mas ser alimentado por corvos é um dos pontos-chave.
Quando dizemos a Deus que confiamos nEle... Será que estamos tendo a real noção de quem é Deus e o que de inusitado Ele poderia testar a nossa confiança e fé?
Será que reconhecemos que Deus é o nosso sustento? Ou quando de repente você começa a passar por um período de escassez de alimento ou financeiro te faz pensar em voltar atrás? Te faz pensar em desistir?

Queremos ser alimentado por corvos ou por nossas próprias mãos? Nossas próprias condições? Ou o bolso quando está cheio, a carteira gordinha, te deixa mais confiantes para o dia de amanhã?
De certa forma, ficamos mais tranqüilos quando as finanças estão sobre controle, quando estamos estabilizados com nossos desejos. Mas uma coisa eu digo: Uma coisa só não pode me faltar... a Presença de Deus na minha. A Presença de Deus na sua vida.
Saiba que se aceitarmos ser sustentados por corvos, significa dizer que confiamos em Deus e que Ele não deixará faltar.
“Fui moço, e agora sou velho; mas nunca vi desamparado o justo, nem a sua semente a mendigar o pão.” Salmos 37:25
Deus cuida de você. Tem cuidado de você.
E tem um detalhe, a forma como os corvos o alimentavam. Acompanhe na sua Bíblia no versículo 6, do capítulo 17 de 1 Reis.
Os corvos lhe traziam pão e carne de manhã e de tarde, e ele bebia água do riacho.
De manha e de tarde, havia alimento...  E havia da parte de Deus cuidado... e da parte de Elias, confiança... segurança na Palavra do Deus todo poderoso...

Existem problemas que parecem impossíveis de se enfrentar, insuportáveis. E é nesse momento que precisamos estar atento e ouvir a voz do Senhor. Porque Ele pode mandar corvos para te sustentar, te confortar e acalmar o teu coração. Deus é Deus na tua vida. Ele é Pai, é amor sincero.

Perceba que de repente Elias se vê numa situação de escassez... falta água (o ribeiro seca), então Elias ouve novamente a voz de Deus que o manda procurar uma viúva em Sarepta.

O que muda nesse contexto é que geralmente, as viúvas deviam ser amparadas, mas naquele momento ela seria a fonte benção que Deus usaria para sustentar Elias... E por isso mesmo ela também é abençoada... Ela já havia ouvido a voz de Deus... Deus já tinha falado com ela e ela o ouviu e assim o obedeceu. Como está escrito: Ordenei a uma viúva daquele lugar que lhe forneça comida.

O fato de colher apenas gravetos indicava a sua limitação de alimentos, pois se houvesse fartura, talvez estivesse apanhando lenha para queimá-la para uma boa refeição.

Aquela mulher ouviu a voz de Deus e obedeceu. Veja como a recompensa da obediência foi imediata no caso dela. Ambos aqui ouviram a voz de Deus e foram mais uma vez abençoados. Os dois estavam passando por dificuldades, mas isso não era motivo para murmurar ou fraquejar.
Podemos aprender que seja qual for o problema, não importa o que seja, Deus cuidará de nós. Você foi traído? Sofreu alguma decepção com alguém? Está passando dificuldades financeiras? Está no deserto?
Fique calmo, apenas ouça a voz de Deus. Deus transforma problema em experiência adquirida para fortalecimento espiritual.

Qual o tamanho do teu problema?

Apenas fique atento e ouça a voz de Deus
Ele vai falar contigo e vai te confortar, te sustentar, te fortalecer

Seja qual for a necessidade, Ele agindo, te deixa em segurança.

Deus é Deus na sua vida.
Creia filho. Deus é fiel.

Que Deus o abençoe.
Seja uma fonte de benção. Compartilhe vida e libertação. Divulgue este blog.


Por Flademir Bernardo



Perdoa os meus pecados




“O que encobre as suas transgressões nunca prosperará, mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia.” Provérbios 28:13

“Confessei-te o meu pecado, e a minha maldade não encobri. Dizia eu: Confessarei ao SENHOR as minhas transgressões; e tu perdoaste a maldade do meu pecado. (Selá.)” Salmos 32:5

“E esta é a mensagem que dele ouvimos, e vos anunciamos: que Deus é luz, e não há nele trevas nenhumas.
Se dissermos que temos comunhão com ele, e andarmos em trevas, mentimos, e não praticamos a verdade.
Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado. Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça. Se dissermos que não pecamos, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós.”
  1 João 1:5-10

A Palavra de Deus nos incentiva a confessar os nossos pecados ao Senhor, pois Ele é capaz de nos perdoar e purificar. Confessar o pecado não significa simplesmente contar à Deus o que Ele já sabe, pois Deus é onisciente, mas significa arrepender-se verdadeiramente e insistir sinceramente em não cometer mais o pecado. Ao sondar o coração humano, o Senhor consegue acessar sentimentos em áreas que por mais profundos e obscuros que estejam sendo escondidos, são revelados a Ele.
O coração do homem é enganoso, segundo as Escrituras Sagradas. Por isso, devemos confiar no Senhor de todo o nosso coração e não se apoiar em nosso próprio entendimento, como está escrito em Provérbios 3.5.

Ao experimentar o pecado, a pessoa sente uma dose de prazer. Eu comparo essa sensação com a seguinte situação: Uma pessoa vai à praia com os amigos. Afinal, a praia é um lugar de diversão, para relaxar, “desopilar a mente” como dizem por aí.  Então essa pessoa vai dar um mergulho no mar com esses amigos, sendo que eles podem ficar em um lugar com água batendo acima da cintura e sentir que estão ainda em uma zona de segurança. Mas o mar tem ondas, e o movimento dessas águas, juntamente com a suave corrente marinha que está ali, quase despercebida os fazem ir para o fundo. Mas o papo está bom, e uma zona de conforto e falsa segurança criada pela falta de atenção os fazem ir para mais fundo, até o momento em que se torna necessário a intervenção de outras pessoas para ajudar a tirar aqueles jovens dali. Uns são resgatados com mais facilidade que outros que foram para a parte mais funda. Ou seja, pouco a pouco, vamos nos acostumando com o pecado, criando uma falsa sensação de bem estar, que nos cega, impossibilitando identificar os perigos que nos cercam. “Pois a inconstância dos inexperientes os matará, e a falsa segurança dos tolos os destruirá;” Provérbios 1:32

Quando as pessoas descobrem que pecamos, começamos a maquinar meios, estórias e até estratégias para encobrir ou negar a história. E se não é possível encobrir o acontecido, as pessoas costumam plantar em si um sentimento de que aquilo não foi tão grave, de que aquilo foi passageiro e que não vai acontecer de novo, menosprezando o pecado, sem saber que na verdade ele está fortalecendo sua atitude inconscientemente. Pois nesse caso ninguém precisou se arrepender. Não houve interferência, não houve cortes nas raízes do mal. Perceba que se você vê o seu pecado como algo insignificante, sua rejeição a ele está sendo insignificante também. Sendo assim, ainda haverá possibilidade de cometê-lo novamente.

Atitudes como essa, onde não se sente as conseqüências da gravidade do pecado cometido, nos tornam zumbis, verdadeiros mortos-vivos. Insensíveis à culpa, à vergonha, e a dor que causamos aos outros que sofrem por nos amar ou gemem por não ter mais forças para chorar. E a consciência “enlameada”, limpada com pano úmido em contato com poeira , importando somente o reflexo imaculado em um espelho quebrado.

O que acontece nesse caso, e isso é muito perigoso, é a possibilidade de estar pensando ou lembrando-se do pecado sem estar decidido a abandoná-lo.
A Palavra de Deus nos ensina a expor nossas fraquezas, revelar a Ele nossos pensamentos, declarando nossa dependência d’Ele.
Muitas vezes queremos ouvir pessoas que passaram ou experimentaram algo semelhante do que vivemos, sendo que não é a afinidade com alguém que poderá realmente fazer a diferença, mas a maturidade, a sinceridade e a espiritualidade que conta no final. Tenha certeza disso: As verdades muitas vezes machucam, mas as mentiras causam feridas maiores ainda.
Por isso, quando pecamos, precisamos nos reconciliar com Deus. Agindo assim, estamos sendo sinceros com Ele, dizendo: Senhor, eu não quero mais pecar. Me ajuda, Pai.
Estamos nos reconciliando com aquele a quem ofendemos. Estamos demonstrando que amamos à Deus não somente com os lábios, mas com todo o nosso coração, com todo o nosso ser. Quando tomamos Deus por referência em nossas vidas, percebemos que o “pecadinho” se torna enorme. Porque Deus não se mistura com o pecado. Ele é puro.
Precisamos querer estar na Luz, porque as trevas encobrem os pecados, mas a luz os revela.

Nossa consciência precisa estar limpa. Nossas vestes devem ser lavadas pelo sangue de Jesus Cristo.
Precisamos fazer valer em nossas vidas, o sacrifício de Cristo na Cruz.

Precisamos saber tomar decisões importantes e não podemos ficar de braços abertos esperando esse momento chegar.
Correr para a Luz é o primeiro passo a ser dado. Correr para os braços do Pai.

Não se acostume com o esconderijo que permite que suas fraquezas sejam fortalecidas. Quando éramos crianças, nos escondíamos, brincando de esconde-esconde, era bom saber que ninguém podia nos achar. O problema é que na vida real, não se pode brincar com o pecado, muito menos tentar se esconder de Deus. Queira ser encontrado. Permita que Deus te encontre hoje. E confesse a Ele, somente à Ele, o que se passa no teu coração. Ele vai te ouvir, te entender e te ajudar.

Creia nisso. Existem pessoas que te amam e oram por sua vida, para que você não seja atingido pelo inimigo, e ainda que seja atingido, elas oram para que o Senhor te dê força para resistir e ser fortalecido na dificuldade. Coragem!

Ore à Deus, dizendo: Pai, perdoa os meus pecados. Eu não estou conseguindo caminhar sozinho. Eu preciso de Ti ao meu lado. Eu não quero me enganar, nem tentar te enganar. Quero ser sincero. Ajuda-me. Em nome de Jesus.

Deus está contigo!

Que Deus o abençoe.
Seja uma fonte de benção. Compartilhe vida e libertação. Divulgue este blog.


Por Flademir Bernardo


segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Meu alvo é Cristo




Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim,
Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus. 
Filipenses 3:13-14

A palavra alvo, no contexto do versículo bíblico acima significa algo a ser conquistado, um objetivo a ser alcançado. Nesse momento, Paulo estava fazendo uma análise acerca de si mesmo. Ele estava afirmando sua condição de dependência ao Senhor, sua necessidade de Deus.
É interessante como Paulo, em suas cartas, utiliza suas palavras. Ao invés de estar citando nomes e apontando os erros dos outros irmãos, Paulo apenas ensinava, muitas vezes, sabendo das falhas que alguns cometiam. Paulo enxerga em si a sua natureza e revela que mesmo sendo um apóstolo, não se considera perfeito e que tendo renunciado aquilo que para ele era valioso, demonstra sua fidelidade e sua necessidade de conquistar o seu alvo.
Um ensinamento que podemos trazer para nossas vidas, referente a esse contexto é que nós não podemos julgar as atitudes dos outros, nem depositar nos outros a culpa por termos pecado. Como por exemplo: “- Ah! Minha esposa me faz raiva quando chego em casa, não sinto paz em casa, por isso eu procuro ter outros relacionamentos.” Ou no caso de você ser um jovem solteiro: “- Quando saio com os amigos, eles sempre pagam a bebida. Então pra não ser chato, bebo com eles.”, “-Meus pais são crentes, mas não me ajudam espiritualmente, ficam zombando de mim ou desvalorizando meu esforço para as coisas de Deus, então por isso eu fico logo irado e avacalho logo, pego umas meninas e vou fazer tudo que não devo. Só de mal.” E nessa brincadeirinha, quem se prejudica é você mesmo. Achando que está castigando seus pais, ou sua esposa por terem desagradado a sua vontade.
O pecado tem um salário meu amigo. O pecado é um veneno letal, que muitas vezes vai te matando aos poucos, despercebidamente.
Não perca o foco.  Faça com Paulo, seja humilde, reconheça sua dependência, suas fraquezas de Deus. Jesus deve ser o seu alvo.

Olhar para o foco significa olhar sempre em uma direção, sempre em frente. Nunca olhe para trás pensando em desistir, permitindo que o peso das lutas te faça pensar em desistir ou abandonar a estrada que leva à vitória. Deus nos dá forças para enfrentar as tribulações, as decepções, traições, elas fazem parte da vida de um verdadeiro cristão. Pois está escrito: “Eis que vos envio como ovelhas ao meio de lobos; portanto, sede prudentes como as serpentes e inofensivos como as pombas. Acautelai-vos, porém, dos homens; porque eles vos entregarão aos sinédrios, e vos açoitarão nas suas sinagogas; E sereis até conduzidos à presença dos governadores, e dos reis, por causa de mim, para lhes servir de testemunho a eles, e aos gentios. Mas, quando vos entregarem, não vos dê cuidado como, ou o que haveis de falar, porque naquela mesma hora vos será ministrado o que haveis de dizer. Porque não sois vós quem falará, mas o Espírito de vosso Pai é que fala em vós. E o irmão entregará à morte o irmão, e o pai o filho; e os filhos se levantarão contra os pais, e os matarão. E odiados de todos sereis por causa do meu nome; mas aquele que perseverar até ao fim será salvo.”  Mateus 10:16-22
Não devemos buscar desenfreadamente uma auto satisfação, ignorando os princípios que tanto que aprendemos com Jesus. Devemos colocar a vontade de Deus e seus planos em primeiro lugar. Suportar as dores, as feridas, sabendo que nas lutas, elas serão tratadas.

Se não se deve olhar para trás pensando em desistir, muito menos se deve querer relembrar as coisas do velho homem, as práticas que se cometia quando conhecia Jesus apenas de ouvir falar. Não vale a pena viver desenterrando defuntos. Todo o passado ficou para trás, os pecados foram apagados. Em1 Pedro 2:24 diz: “Levando ele mesmo em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro, para que, mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça; e pelas suas feridas fostes sarados.
Saulo, antes de ser chamado de Paulo, era um perseguidor de cristãos e isso não lhe era motivo de orgulho, mas de asco, conforme: “Pois nós é que somos a circuncisão, nós que adoramos pelo Espírito de Deus, que nos gloriamos em Cristo Jesus e não temos confiança alguma na carne, embora eu mesmo tivesse razões para ter tal confiança. Se alguém pensa que tem razões para confiar na carne, eu ainda mais: circuncidado no oitavo dia de vida, pertencente ao povo de Israel, à tribo de Benjamim, verdadeiro hebreu; quanto à lei, fariseu; quanto ao zelo, perseguidor da igreja; quanto à justiça que há na lei, irrepreensível. Mas o que para mim era lucro, passei a considerar perda, por causa de Cristo. Filipenses 3:3-7.” Mas Paulo lembrava em seus discursos, sua vida como fariseu, malicioso, lutando contra Jesus, mas somente para expor a sua conversão extraordinária e sua fé naquele que ele tanto odiava. E assim prossegue para o alvo.

O alvo é Cristo. Paulo quer ser achado em Cristo, conforme  Filipenses 3:9e seja achado nele, não tendo como minha justiça a que vem da lei, mas a que vem pela fé em Cristo, a saber, a justiça que vem de Deus pela fé

Podemos ver também que Paulo, antes Saulo, também havia participado na morte de Estevão. Paulo com toda a sua instrução sobre a Lei batia de frente com o que Estevão pregava. Ambos estavam certos de que estavam com razão. Mas Estevão estava com Jesus em foco, olhando para o alvo e Saulo estava cego espiritualmente (mais tarde cego fisicamente). Estevão não abandonou sua fé e nem sua confiança prestes a morrer. Mas este sendo apedrejado, morrendo, olhava para o céu, contemplando Jesus de pé à direita de Deus. Está escrito: “Mas ele, estando cheio do Espírito Santo, fixando os olhos no céu, viu a glória de Deus, e Jesus, que estava à direita de Deus; E disse: Eis que vejo os céus abertos, e o Filho do homem, que está em pé à mão direita de Deus. Mas eles gritaram com grande voz, taparam os seus ouvidos, e arremeteram unânimes contra ele. E, expulsando-o da cidade, o apedrejavam. E as testemunhas depuseram as suas capas aos pés de um jovem chamado Saulo. E apedrejaram a Estevão que em invocação dizia: Senhor Jesus, recebe o meu espírito. E, pondo-se de joelhos, clamou com grande voz: Senhor, não lhes imputes este pecado. E, tendo dito isto, adormeceu.  Atos 7:55-60

Olhe para o alvo. Ainda que pedras sejam lançadas contra ti. Creia que o Senhor é contigo. Nunca te abandona.

Que Deus o abençoe.
Seja uma fonte de benção. Compartilhe vida e libertação.


Por Flademir Bernardo



domingo, 6 de janeiro de 2013

Discipulados por Jesus


“Todo o que o Pai me dá virá a mim; e o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora. João 6:37”


Quando nos dispomos a falar de Jesus para alguém, estamos, na verdade, repassando os Seus ensinamentos, exatamente como Ele diz em Mateus 11.28-30 “Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso. Tomem sobre vocês o meu jugo e aprendam de mim, pois sou manso e humilde de coração, e vocês encontrarão descanso para as suas almas. Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.” Mateus 11:28-30
Perceba que Ele chama para perto de Si aqueles que se encontram cheios de dúvidas e questionamentos, para que sejam esclarecidos e que sejam reveladas as verdades do evangelho. As boas novas, a boa novidade. Desse modo, estamos agindo como aqueles que tiveram um encontro com Jesus, que foram curados, tendo seus membros restaurados, a visão restabelecida ou até mesmo aqueles que foram ressuscitados da condição de morte.
Eles não se contiveram apenas em receber os seus milagres, mas ardia neles a vontade de compartilhar com os outros aquilo que os trouxe de volta a alegria de viver. A vida plena com Jesus. Eles anunciavam o nome de Jesus e levavam o máximo de pessoas para que O conhecessem. Essa deve ser a nossa alegria. Arder em nós a vontade de apresentar este Jesus tão maravilhoso que nos trouxe de volta a vida.

Depois de ressuscitar, Jesus aparece aos onze discípulos e lhes diz: “E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado. E estes sinais seguirão aos que crerem: Em meu nome expulsarão os demônios; falarão novas línguas; Pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e porão as mãos sobre os enfermos, e os curarão.  Marcos 16:15-18

Jesus está nos dando uma ordem: Vão! Façam discípulos! Conforme está escrito em Mateus 28.19-20 “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.
Mateus 28:19-20
Veja que maravilhosa companhia nós teremos. O próprio Jesus nos garantiu a sua presença conosco. Portanto, amado, se pregamos a Palavra genuína, sem acréscimos, nem reduções, temos a garantia de que Ele estará conosco todos os dias.

O discipulado de Jesus era baseado em Sua verdade. Sendo assim, os discípulos depositavam toda confiança em Suas palavras. Não havia espaço para falsidade. Ele já sabia a condição espiritual de cada um dos seus discípulos.
Pedro era um homem muito precipitado em suas palavras e atitudes, muito bruto, orgulhoso e por medo de perseguições ainda negou a Jesus, contradizendo-se quando afirmou: “Ainda que me seja mister morrer contigo, não te negarei. E todos os discípulos disseram o mesmo.  Mateus 26:35”
João e Tiago também tinham os seus momentos de insensatez, como por exemplo, quando disseram: “Senhor, queres que digamos que desça fogo do céu e os consuma, como Elias também fez? Lucas 9:54” Estavam agindo precipitadamente. Jesus veio para salvar e não destruir as almas dos homens.
Judas que achou que havia enganado a Jesus, suicidando-se como salário do seu pecado e arrependimento de tal atitude.

Perceba que os discípulos de Jesus não eram pessoas fáceis de lidar. Eram pessoas difíceis, com histórias de vida completamente diferentes umas das outras. Portanto, aprendemos com Jesus que Ele não selecionava aqueles que tinham a vida resolvida, que estavam libertos dos vícios, então se confirma o que Ele diz: “Todo o que o Pai me dá virá a mim; e o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora. João 6:37”

Portanto, meu querido, aqueles que o Senhor Jesus envia a Ti, estes são os que Ele não lança fora. Não rejeite aqueles que Jesus envia a Ti para serem discipulados. Ame-os. Muitos deles são problemáticos como os discípulos, muitos deles nos entristecerão, mas lembre-se: Jesus disse que estará contigo todos os dias, até o fim. Ele vai te ajudar no papel de discipulador.

E como discípulo, não esqueça, tenha como fundamento a verdade. As mentiras, a falsidade, te afastam da Presença de Deus. E não haverá mudança, nem crescimento, muito menos frutos bons. Aprenda baseado na verdade. Não engane ninguém, nem se engane, Deus sabe todas as coisas. Pecou, confesse o teu pecado. Se livre logo desse peso para não dar brecha ao inimigo, nem permita que uma “mentirinha bem pequenininha” seja o motivo da sua queda. Como discípulo, ouça, aprenda e cresça na Presença de Jesus.

Ele te ama e de maneira nenhuma te lança fora.



Seja uma fonte de benção. Compartilhe vida e libertação.

Por Flademir Bernardo



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