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sábado, 8 de janeiro de 2011

Porque comigo ?

 São como nuvens de chuva e trovões sobre nossa cabeça. Os problemas parecem perseguir a nossa paz. Quando tudo está bem, caminhando do jeito que queremos, lá vem eles. Às vezes imagino que os problemas são relativos. Por exemplo, enquanto alguém reclama que o chveiro elétrico está quebrado e por isso murmura no seu banho com água fria, outro alguém reclama que não possui água encanada em sua humilde casa. Enquanto alguns se queixam da chuva no trânsito indo para o trabalho de carro, outros resmungam por ter que pegar ônibus e usar o guarda chuva, sendo que este não o protege totalmente da água. Parece que por pior que seja o seu problema, sempre alguém vai ter um maior. Quando criança na escola, lembro-me que tinha que resolver alguns "problemas matemáticos". Nem sempre a solução dos problemas era a que eu esperava que fosse. Pois como estava aprendendo as operações da matemática, acabava errando nos cálculos. Assim é nossa vida. Muitas vezes esperamos uma solução que nos agrade, mas como somos aprendizes da vida, nossas decisões nem sempre levam a caminhos planos. Tudo isso é um processo meio que doloroso. É como esperar que haja do outro lado do monte, uma descida. E quando você consegue subir aos trancos e barrancos..., decepção, existe outro caminho mais íngreme. Sabe o que é bom? É conhecer a Palavra de Deus e descobrir que em tudo Deus tem um plano. Na carta de Paulo aos Romanos, no capítulo 8 e versículo 28 diz: "Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito". Isso significa que Deus, ao sondar o coração do homem e encontrar sinceridade para com Ele, trabalha ao seu favor. Muitas vezes a falta ou a oscilação da nossa fé nos faz ter medo das situações. Isso nos tira noites de sono, nos impede de aproveitar os momentos com pessoas que amamos, nos desestimula a continuar perseverando em objetivos. Acredito que podemos converter esse processo em uma jornada para um crescimento. Acredito mesmo. Essa oscilação de fé é natural ao ser humano... Nem sempre estamos fortes, firmes. Aqui nesse contexto encaixa vários ensinamentos de Jesus. Amar ao teu próximo como a ti mesmo. Orai uns pelos outros. Assim ajudamos nosso irmão quando está fraco e vice-versa, como colunas de sustentaçao.
Se temos a convicção de que não estamos aqui somente para viver essa vida como nos é oferecida na bandeja, não apenas para nascer, crescer, reproduzir e morrer... mas sim, ser agentes influenciadores, canais de bençãos para o próximo; então nossa vida, nossas alegrias, tristezas e problemas têm um significado. Pra resumir, penso que as dificuldades, as barreiras, as lutas, muitas vezes decepções, são para identificar  ou reconhecer algo. Não um porquê, mas sim um "praquê". Um aprendizado, um crescimento. 
Os maiores aprendizados estão nas maiores decepções. As maiores vitórias estão nas maiores lutas e batalhas. Por exemplo, passar por uma traição, uma decepção é difícil. Superá-la é uma grande conquista. Processos dolorosos muitas vezes trazem mudança de comportamento, aprendizado, correção de erros e prudência.
A Palavra do Senhor nos ensina que Deus amou o mundo de tal maneira que entregou seu único Filho para morrer por nós. Esse imenso ato de amor do Pai, do Filho e do Espírito Santo, revela que nenhum problema pode te afastar Dele, mas sim, lapidar a sua vida para um encontro real, livrar a sua vida de problemas que aos seus olhos parecem ser lindos banquetes. Enfim, Deus cuida de nós.

Quando nosso pai nos dá a primeira bicicleta, ele sabe que para que possamos aprender a pedalar, teremos que levar alguns tombos... é o processo.
O Cair é do homem, o levantar é de Deus.


Espero que esse texto seja uma benção na tua vida. Que tua fé possa estar firmada na Rocha. Jesus Cristo.

Que Deus te abençoe!

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Já lavei os seus pés hoje ?

No dia a dia do ser humano, na sua jornada de vida há espaço para tudo. Esse espaço muitas vezes é preenchido com situações e objetivos que momentaneamente concedem prazer. Qual tem sido o verdadeiro sentido da vida do homem na terra? Enquanto Deus dedica o seu precioso tempo cuidando de sua criação, resgatando homens do vício, penetrando nas sombrias instâncias da mente humana para fazer uma limpeza no seu caráter, restaurando famílias, abrindo portas e abençoando a criação pela Sua misericórdia, percebo o seguinte: O homem é muito especial ao olhos de Deus. Ao mesmo tempo, pergunto: Porque retribuir esse amor é tão difícil? Falar de Jesus é uma forma de retribuir.

Quando pronunciamos o nome de Jesus, algo sobrenatural acontece. Seja qual for a situação, esse poderoso nome pode trazer conforto, alívio, segurança, como também pode ser recebido como uma afronta, ofensa (como assim ofensa?). Não sei o que realmente acontece nos bastidores do espiritual, das batalhas que são travadas por detrás do véu sobrenatural. Mas eu sei que pelo poder que há, quando dito com verdade, sem falsidade, sem interesse, cheio de amor, esse nome pode atingir o vazio do coração, o mais profundo e secreto lugar do íntimo da pessoa. Assim como a chuva que cai sobre a terra e logo penetra por entre espaços microscópicos, alcançando o profundo. Assim é o nome de Jesus. O Seu nome carrega amor, carrega perdão, humildade e servidão.

Se para Deus o ser humano é tão importante, porque o ser humano ignora o outro? Em João, capítulo 13, aprendemos com Jesus sobre amor, humildade e servidão. Sendo ele O Filho, o salvador, mesmo assim, fez-se servo para que os apóstolos e toda humanidade aprendesse o sentido de amar ao próximo. Lavar os pés do outro.
As pessoas estão preocupadas em encontrar o culpado das mazelas, das desgraças que acontecem na vida. De quem é a culpa se o filho está afundado nas drogas? - A culpa é do traficante! De quem é a culpa se o marido está envolvido com uma amante? - A culpa é dele que não presta!
Dificilmente alguém admite que perdeu o filho para o tráfico por ausência de acompanhamento ou falta de carinho. Nunca vi ninguém admitir que o casamento acabou porque a pessoa que foi traída não valorizava os anseios do(a) outro(a). Enquanto escrevo esse texto, lembro-me de algo que aconteceu há poucos instantes atrás na hora do almoço, na copa (sala de lanches e refeições) do trabalho. Eu estava à mesa, comendo, enquanto três colegas conversavam bastante e davam gargalhadas. Estavam falando sobre poder comer de tudo, dieta, etc. E uma delas em determinado momento parou de comer os biscoitos de côco que uma delas havia trazido e pediu para que a amiga fechasse a boca do saco para que ela parásse de comer. E por coincidência, essa pessoa que pedia pra fechar o saco estava um pouco acima do peso. Enfim, pediu novamente que a amiga fechasse a boca do saco de biscoitos. Deixando no ar a idéia de que o saco de biscoitos aberto, iria fazer com que ela comesse mais ainda. Ou seja, a responsabilidade ou "culpa" seria do saco de biscoitos. Achei interessante como realmente as pessoas culpam as outras pessoas ou coisas, sempre livrando-se das responsabilidades.

A responsabilidade traz peso, fardo, muitas vezes lutas. Se recebemos em nossas mãos a armadura de Deus e temos autorização para lutar o bom combate. O que estamos esperando? Nossa luta não é contra carne, nem sangue, mas sim contra principados e potestades.
Imagino como se livrar da responsabilidade de ter que lavar os pés do meu irmão, se Cristo já tem lavado os meus pés. Pois aqueles que não têm os pés lavados pelas "mãos de Cristo", não têm parte com Ele. (João 13:8).

Senhor, capacita-me diariamente para a batalha diariamente.
Dá-me forças para resistir às ameaças. Cairão mil ao meu lado, dez mil a minha direita, mas eu não serei atingido.
Pelo poder do Teu nome.
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